Diego’s posterous

O ABCiber 2009 e o Twitter

Apresentação feita por mim e pelo Tsavkko no ABCiber09 em São Paulo no dia 16 de Novembro do artigo Produção e consumo de notícia: O Twitter enquanto ferramenta jornalística

Resumo do artigo:

O Twitter surge em meio a esta revolução informacional – em que uso de tecnologias de informação e comunicação (TICs) e a tendência à convergência da narrativa jornalística, com ênfase na produção de conteúdo - tendo por base e a troca de informação, links e notícias restritas a 140 caracteres. Dessa forma, entende-se que o Twitter pode ser utilizado como ferramenta que potencializa os fluxos de notícias e quebra o paradigma dos monopólios da informação. Como estudo de caso, analisa-se as manifestações pró-Moussavi após as eleições presidenciais do Irã, em junho de 2009, quando parte dos cidadãos consideraram fraudulento o processo eleitoral que reelegeu Mahmoud Ahmadinejad.

Para quem quiser ler o artigo:

" "

Apresentação:


Loading mentions Retweet

Comments [0]

Uma música para animar

Florent Pagny - Ma Liberté de Penser



Toda vez que vejo esse vídeo e escuto a música eu esqueço o desânimo. E cada vez mais eu acredito que o Florent Pagny conseguiu resumir bem o espírito francês nas letras da música

Chanson : Florent Pagny - Ma liberté de penser
Maison de production : Mercury

Quitte à tout prendre, prenez mes gosses et la télé,
Ma brosse à dent mon revolver, la voiture ça c'est déjà fait,
Avec les interdits bancaires prenez ma femme le canapé,
Le micro-onde, le frigidaire,
Et même jusqu'à ma vie privée
De toute façon à découvert, je peux bien vendre mon âme au diable,
Avec lui on peut s'arranger,
Puisque ici tout est négociable, mais vous n'aurez pas,
Ma liberté de penser.

Prenez mon lit, les disques d'or, ma bonne humeur,
Les petites cuillères, tout ce qu'à vos yeux a de la valeur,
Et dont je n'ai plus rien à faire, quitte à tout prendre n'oubliez pas,
Le shit planqué sous l'étagère,
Tout ce qui est beau et compte pour moi, préfère que ça parte à l'abbé Pierre,
Je peux donner mon corps à la science,
S'il y a quelque chose à prélever,
Et que ça vous donne bonne conscience, mais vous n'aurez pas,
Ma liberté de penser.
Ma liberté de penser.

Je peux vider mes poches sur la table,
Ça fait longtemps qu'elles sont trouées,
Baisser mon froc j'en suis capable, mais vous n'aurez pas,
Ma liberté de penser.

Quitte à tout prendre et tout solder,
Pour que vos petites affaires s'arrangent,
Je prends juste mon pyjama rayé, et je vous fait cadeau des oranges,
Vous pouvez même bien tout garder,
J'emporterai rien en enfer,
Quitte à tout prendre je préfère y aller,
Si le paradis vous est offert,
Je peux bien vendre mon âme au diable,
Avec lui on peut s'arranger,
Puisque ici tout est négociable, mais vous n'aurez pas,
Non vous n'aurez pas,
Ma liberté de penser.
Ma liberté de penser.

Loading mentions Retweet

Comments [0]

Convergência de Blog: Wordpress + Posterous

A maneira mais fácil de atualizar meu blog do Wordpress é usando o Posterous. Assim terei o post nos dois blogs.

O meu antigo blog no wordpress já existia com a proposta que o Posterous assume, pelo menos para mim: ser um blog pra falar aleatoriedades e fastposts.

Vamos testar se funciona.

:)

Loading mentions Retweet

Comments [0]

Sobre Recife II

Enquanto que na quinta-feira postei algumas breves impressões sobre Recife/PE direto do Nokia n95, hoje registro do laptop mesmo. Muito mais prático e rápido. :)

Na verdade, o post de hoje vai mais dedicado às fotografias que tirei enquanto estava em Recife. No segundo dia da viagem, após a prova no consulado Japonês, eu e mais dois colegas de prova, baianos de Salvador, fomos passear por Boa Viagem e pela capital de Pernambuco. Realmente, a cidade é aconchegante, pelo pouco que pude ver. Passamos pelas pontes do centro de Recife, local que dá o apelido da cidade de "Veneza Nordestina". Achei exagerado isso, mas fazer o que né.

Passamos também pelo circuito do Galo da Madrugada e do carnaval de Recife. Entretanto, o que mais me fascinou foi a Casa da Cultura. Apesar do artesanato ser praticamente idêntico ao que se encontra no Mercado Modelo, em Salvador ou em qualquer outro Estado do Nordeste, até que vi coisas interessantes. A Casa da Cultura utiliza o espaço de uma antiga cadeia em Recife (reutilização do patrimônio feita de forma genial nesse caso) e conta com dois elevadores imensos. Pasmem, elevadores! O Mercado Modelo tá pra lá de Bagdá diante da Casa de Cultura do Recife.

Não sei se foi culpa da chuva ou talvez por ser baixa estação no NE, mas a cidade tava meio vazia de turistas. Na orla de Boa Viagem por exemplo, andamos vários minutos e não vimos turistas, além de nós, claro. Espero poder voltar em Recife no dia 15, com a certeza de ter passado na primeira fase da seleção de mestrado que estou participando. Mas acredito que só o fato de ter desbravado, mesmo que brevemente e de maneira simples, uma cidade diferente da que vivo e ter tentado já foi algo legal, inspirador e a certeza de que sempre dou o melhor de mim. :)

Fotos da cidade no Flickr, pra poupar espaço aqui no Posterous. XD

Loading mentions Retweet

Comments [0]

Sobre Recife

Cheguei em Recife hoje antes do meio-dia e vim direto para o hotel.
Fui lá conhecer o consulado onde farei a prova e o Shopping Center
Recife. O bairro da Boa Viagem me pareceu bastante tranquilo e é bem
organizado. O dia estava nublado, e por isso a praia estava sem graça
LoL. No momento estou na wi-fi e digitando no celular e constatei que
preciso de um teclado bluetooth! Amanhã posto as impressões completas
sobre essa viagem relâmpago. :D

Loading mentions Retweet

Comments [0]

A razão do mundo acadêmico me fascinar tanto.

Estou entrando no mundo da produção de artigos. Pouco a pouco, participando de eventos, conhecendo pessoas desse campo de estudo e dando o melhor de mim para produzir artigos com competência eu entro no mundo acadêmico, mesmo após o término da graduação, apesar da fragilidade do sistema educacional na iniciação científica, em minha opinião.

O Carlisson Gaudino, por sua vez, publicou um mini-post interessante no blog TREZENTOS. Ele diz algo do tipo:

Estranho esse mundo acadêmico… O Sistema quer que você não tenha personalidade científica nenhuma, seja um zero assumido.

É claro que a academia, principalmente no Brasil, muitas vezes se demonstra extramamente orgulhosa e criteriosa em acolher outros estudantes. Acredito que isso é parte de um orgulho histórico da própria academia e da titulação, que no Brasil, como boa sociedade patriacarlista, deposita muita confiança, educação e presteza na figura do Bacharel, do Mestre e do Doutor.

Mas o que me fascina mesmo no mundo acadêmico é como podemos ficar mais próximos de ideias completamente desconhecidas por nós mesmos em um dado momento de nossa vida. Certa vez, comentei com uma amiga minha que a razão maior de ler e estudar é se sentir parte de uma comunidade pensante, de pessoas que querem mudar o jeito como as coisas são atualmente no nosso mundo. Ser parte de pessoas que lideram o caminho pelo conhecimento no planeta é algo glorioso, principalmente agora, em eras de revolução digital. É como se todos nós fóssemos vanguardistas de uma nova era. Conseguem sentir a sensação?

O único problema talvez desse mundo acadêmico, exceto pela constante necessidade de reafirmação de que não sabemos nada e precisamos nos apoiar nas referencias e citações, como explicado pelo Galdino, é que temos pouco tempo ou oportunidade de ler tudo que queremos, tudo pelo que nos interessamos. Ser multipolar, ter várias profissões, ser perito em várias áreas é algo extremamente difícil no meio acadêmico, na medida em que da graduação ao doutorado você pode levar de 9 a 10 anos de sua vida.

Eu fico triste quando escuto alguma pessoa dizer que não se interessa por leitura ou por escrever, ou simplesmente empurra com a barriga a graduação e pós-graduação. É justamente esse tipo de pessoa que posteriormente manchará a reputação de uma empresa ou da própria academia. No mais, afirmo mais uma vez o quanto é bom estudar e como estou adorando essa experiência. Pena que tudo é pago e não tenho dinheiro pra sair por aí participando de todos os eventos e estudando onde queria estudar. XD

LoL

Loading mentions Retweet

Comments [0]

Impressões sobre o CiberComunica - 2° DIA

Como meus followers no Twitter sabem, e como postei anteriormente, perdi as palestras da manhã do CiberComunica. Em contrapartida, tentarei ser mais preciso nas informações das palestras de hoje apesar do atraso do post.

Diga-se de passagem, não pude fazer anotações destas palestras aqui:

“Mapas, Territórios e Redes Sociais: O Caso do Google Maps e Google Latitude” do Leonardo Branco
“Redes Sociais, Música e Ciberespaço” do Andre Stangl

As atividades do segundo dia do CiberComunica 4.0 começaram com a palestra da Paula Góes , que fora interrompida no dia anterior devido a problemas de conexão. A Paula traçou o conceito fundamental do projeto Global Voices On-Line, destacando o alcance que a ferramenta tem, como o conteúdo é produzido e quais são seus autores.

O objetivo fundamental do Global Voices, segundo a palestrante, é dar voz às comunidades cujas notícias veículadas em seu meio são superficiais ou contadas de uma maneira que não condiz com a real situação da população. Citou-se exemplos como o terremoto na província de Sichuan , na China, os conflitos entre a Rússia e a Geórgia, e as enchentes que devastaram o Estado de Santa Catarina, no Brasil.

O Global Voices On-Line surge como uma alternativa à quantidade de informações com pouca profundidade que é transmitida através da mídia de massa, e constitui um projeto de Jornalismo Colaborativo que funciona inteiramente na Internet, de sorte que os autores e editores trabalham de suas próprias casas e países.

A Paula Góes apresentou ainda alguns projetos que estão vinculados à rede do Global Voices, sendo eles:

  • GlobalVoices Advocacy: uma iniciativa que visa dar voz às comunidades que sofrem censura online;
  • RisingVoices: projeto destinado à inclusão digital em países que possuem uma disparidade evidente quando se trata de acesso à Internet;
  • Lingua GlobalVoices: Responsável pela tradução de artigos do idioma padrão Inglês para o idioma de origem do autor, permitindo a difusão da informação também em sua localidade.
Para os interessados no Global Voices e na palestra da Paula acessem o site do GlobalVoices e o blog do CiberComunica, onde é possível baixar o conteúdo completo.
 
No segundo momento da noite, aconteceu a palestra da pesquisadora Camila Santana , cujo tema de discussão apresentado foi  "Redes Sociais, Educação e Tecnologia: o caso do Orkut" aonde a Camila trata do Orkut como uma ferramenta de interação social capaz de fomentar o aprendizado com ênfase no compartilhamento das experiências de sua vida para o meio virtual.

Dentre as primeiras lâminas da apresentação se apresenta uma charge sobre a evolução do homem, desde a sua origem direta do "macaco", pontuando a postura ereta como dispositivo que permitiu ao homem ter uma visão muito mais ampla e o seguinte curvamento do homem para a tecnologia. A evolução da tecnologia permite a nova interpretação do mundo.

A palestrante pontua que a tecnologia é toda evolução criativa humana, produto e produção da capacidade cognitiva do homem e de sua disponibilidade em criar. Nesse sentido, a relação entre homem e tecnologia tem como um de seus subprodutos a cultura. Para fundamentar a pesquisa no âmbito da comunicação, apresenta-se essa própria faculdade como parte de uma tríade, composta por: comunicação, tecnologia e cultura.

Nesse sentido, as relações entre os três elementos citados acima podem permitir a impressão de que as novas tecnologias quase que rompem a noção de tempo e espaço, dando margem a novas conceituações. A cultura e a comunicação são intensas através do uso da tecnologia. 

Ao direcionar o foco de sua pesquisa nas REDES, destaca-se a polissemia inerente a tal palavra, comumente utilizada no vocabulário para diversos outros tipos de estruturas. Em contrapartida, sua ressignificação constituiu a base para o sentido de Redes Sociais. 

É nesse momento que Camila Santana apresenta o Orkut não como uma rede social, mas como um Software Social, que, a partir da utilização por pessoas, da ressignificação de seus componentes e por conseguinte do aproveitamento de seus elementos, gera-se uma rede social em seu entorno. Todos os softwares sociais são, na verdade, potenciais redes sociais. Em suma, software social sem os sujeitos continua sendo software, e rede sem sujeitos deixa de ser rede.

Uma vez constituídas as redes, as trocas podem ser de diversas ordens: afetivas, sociais, cognitivas. Tal conceito se prende à ideia de aprendizagem social: o homem aprende a partir das interações e relações com os que estão à sua volta. Isso potencializa a aprendizagem. 

Para exemplificar de forma prática a aprendizagem social, a Camila Santana traz ao público o trailer do filme "Quem quer ser um milionário?", vencendor de 8 estatuetas do Academy Awards e que esconde a metáfora desse método de aprendizagem e produção de conhecimento. O garoto pobre que supera doutores e advogados em um programa de perguntas e respostas e ganha um prêmio milionário. Abaixo um trailer do filme:



No terceiro momento do evento foi a vez do professor da UNIJORGE Alexandro Silva discursar sobre "Redes Sociais e Software Livre" destacando inicialmente a criação do termo pela Free Software Foundation fundada por Richard Stallman.

O Software Livre é caracterizado como aquele que possui liberdade, dividida em quatro campos:
  • liberdade para executar o programa, para qualquer propósito (liberdade n° 0)
  • liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade n° 1)
  • liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade n° 2)
  • liberdade de aperfeiçoar o programa e liberar o seu aperfeiçoamento de modo que toda comunidade se beneficie (liberdade n°3)
As redes sociais e o software livre interagem no plano de composição dos dispositivos criados para abrigar tais redes e o modo como o usuário decide proporcionar sua experiência na web. Ele cita como alguns dos exemplos:

  • Wikis : páginas comunitárias, a exemplo da própria Wikipédia . O código-fonte das wikis são disponibilizados livremente, permitindo a utilização e criação de diversos wikis para o público em geral e empresas/
  • Tags : tecnologia que permite a criação de listas de sites preferidos;
  • Rss : depósito de leitura rápida, utiliza da combinação de tecnologias pull e push através da assinatura de feeds.

O professor Alexandro destaca ainda vários softwares livres para criação de redes sociais:

  • Elgg : Foco em redes sociais ou, como disse, "Orkut em forma de software livre";
  • Noosfero! Software criado na Bahia para o desenvolvimento de comunidades virtuais;
  • Laconica.ca - Serviço de micro-blogging sob o mesmo padrão do Identi.ca 

Ao final da palestra deu-se início ao bloco de perguntas, que abrangeu desde pedófilia, segurança na navegação em browsers, redes sociais nas escolas e muito mais. Para assistir os vídeos dos comentários sugiro acessar o blog do próprio evento.

No final das contas não aconteceu a palestra da Raquel Recuero mas mais uma vez ficou a promessa de disponibilizarem no próprio blog do evento. E como sei que a organização levou realmente a sério esse compartilhamento de material, tenho certeza de que logo logo a palestra dela constará lá.

No mais, só posso dizer que o evento foi muito bom, com temas interessantíssimos. Só lamento mais uma vez não poder ter participado das palestras da manhã do segundo dia. Espero até o ano que vem para o CiberComunica 5.0 hehehe :)


Abraços!

Loading mentions Retweet

Comments [0]

Na espera das palestras noturnas do CiberComunica

Já que não participei das palestras matutinas vim mais cedo para me
preparar e achar uma tomada disponível para o laptop. Espero encontrar
o pessoal do twitter aqui de novo. :-)

Loading mentions Retweet

Comments [0]

Indo pro #cibercomunica . Transito intenso na Barros Reis mas sem
engarrafamento nem #chuva #salvador

Loading mentions Retweet

Comments [0]

Impressões sobre o primeiro dia do CiberComunica 4.0 parte 2

Bom pessoa, um pouco tarde mas lá vai a segunda etapa do primeiro dia do CiberComunica 4.0 que acontece lá na UNIJORGE.


A primeira e única palestra da noite foi a do Yuri Almeida, mais conhecido na twittersfere e blogosfere como @herdeirodocaos. A palestra foi bastante tranquila e divertida, principalmente na parte das perguntas e por causa de um certo toque de celular que chamou atenção de todo o auditório. Aquilo foi muito engraçado.

Voltando ao que interessa, o Yuri abordou em sua apresentação o tema "Redes Sociais, Tecnologias e Jornalismo Colaborativo" evidenciando conceitos como de Sociedade de massa e Sociedade em Rede para fundamentar sua pesquisa. O palestrante falou ainda sobre a nova definição do conteúdo, que se livra de um modelo antigo, deixando de assumir o caráter transmissionista unilateral. A lógica de distribuição se modifica para redes sociais e até mesmo filesharing (torrent) como no caso de uma rede de televisão pública holandesa que disponibiliza seu conteúdo por essa tecnologia.

Além disso, o @herdeirodocaos comentou sobre o alargamento desse campo de comunicação, que agora transita para um paradigma diferente: do gatekeeping para o gatewatching. Esse último, fundamenta-se na idéia de que a própria comunidade contribui para a evolução das discussões. Mesmo as mensagens noticiadas pela grande mídia assumem uma nova forma devido a recontextualização que se adiquire a partir da interpretação de cada potencial leitor/ativista de rede social.

Logo após, a seguinte pergunta surge; "Redes sociais podem ajudar jornalistas?" E evidencia que dentre os benefícios das redes sociais para o jornalismo colaborativo estão: Interação, Fontes, Colaboração, Valores, Identidade, Necessidades, Distribuição de conteúdo. 

Outro ponto que achei bastante interessante foi ele argumentar que a base filosófica para esse tipo de jornalismo é o movimento do software livre, iniciado em 1984 por Richard Stallman . 

"Metaforicamente, disponibilizar o código-fonte significa conceder espaços para viculaçao do conteúdo produzido pelo público, ampliar os mecanismos." @herdeirodocaos


Por fim, os modelos de jornalismo colaborativo citados são basicamente dois:

  1. Aqueles mantidos por grandes organizações de mídia, jornais e portais que permitem a criação de um blog sob o domínio do veículo de mídia em questão e, apesar de estar pautado no modelo de jornalismo colaborativo, pode reivindicar o direito de propriedade sobre esse conteúdo. 
  2. Há, outrora, o modelo mantido por espaços pequenos, sem a presença de marcas associadas de grande renome no jornalismo, mas que prezam pela criação de um jornalismo colaborativo eficiente e verdadeiro. 

Para finalizar a palestra, o Yuri falou sobre o Hiperlocalismo como alternativa à alimentação de matérias jornalísticas com base no jornalismo colaborativo. Nesse sentido, a participação dos grupos locais, em seus próprios bairros/regiões/cidades conduzem a cobertura de fatos diversos. A pauta do imediatismo. Em contrapartida, esse mesmo formato constantemente sugerido pelos meios de comunicação encontra um obstáculo na definição da credibilidade do material fornecido pelo leitor/criador, que necessita, daí em diante, da atuação do jornalista ao definir o critério mediador do material adequado ou não a ser publicado.


No segundo momento, que deveria ser dedicado à palestra da Paula Goes , infelizmente houve problemas com a conexão de Internet e a palestra foi cancelada, ficando, porém, a promessa de disponibilização do conteúdo da palestra da Paula no blog do CiberComunica.

Por hoje é só!!!


Loading mentions Retweet

Comments [1]